PENSÃO ALIMENTÍCIA DE FOME!

 

Tem razão a ex-primeira dama Rosane Collor de Mello em reclamar, no Fantástico, para todo o país, de que uma pensão alimentícia de 18 mil reais por mês é baixa, afinal a amiga dela, que nunca dormiu com um Presidente da República ganha 40 mil reais!

Dezoito mil reais dão só 30 salários mínimos, ou cerca de R$ 600,00 por dia ou ainda cerca de R$ 77,00 por hora, caso se trabalhe oito horas. Um trabalhador, que nunca dormiu com um Presidente da República, ganha a fortuna de R$ 20,73 por dia e o valor absolutamente estratosférico de R$ 2,59 por hora.

Ainda bem que ela não precisa pagar aluguel, pois o ex-marido lhe deu uma mansão para morar e, não temos esta informação, mas não acredito que ele não lhe pague um bom plano de saúde. Mas, a Dona Rosane desde então é alvo da pena nacional, pois fez um enorme sacrifício em casar com o Collor e dormir com ele, o que nenhum trabalhador que hoje a critica fez. Acham que é mole enfrentar o homem que tem aquilo roxo?

Eu não me admiro dela, porque sempre foi uma parasita, uma coitada que era motivo de chacota nacional disfarçada por um falso respeito, que se vestia como uma escola de samba e que nunca passou da mulher do Presidente que foi apeado do Poder por corrupção e saiu do Palácio do Planalto com o rabo entre as pernas.

Fico espantado mesmo é que uma rede nacional de televisão dê espaço para estas sandices, para este deboche nacional. Todos nós não passamos de pobres palhaços ao ficar em frente à televisão aguardando revelações bombásticas que não passaram de choro de mulher desprezada e que quer ganhar, sem esforço algum, 40 mil reais por mês.

O que foi que ela disse que merecia o destaque que a TV lhe deu? Nada, só inutilidades, informações mais velhas que o rascunho da Bíblia. No ranking das idiotices, esta ganhou da revelação da Xuxa de que foi vítima de abuso sexual e que depois, para vingar-se, participou de filme em que abusava sexualmente de um adolescente. Ainda assim muita gente chorou com pena dela. Devem ter chorado com pena da Rosane, também.

Dona Rosane, ofereço-me para, gratuitamente, ingressar em juízo com uma ação de majoração de alimentos contra o Collor, naturalmente com o benefício da assistência judiciária gratuita. Não porque a Senhora seja financeiramente pobre, mas por ser espiritualmente pobre.

Se a Senhora já tiver advogado, o que duvido porque ninguém se dignaria a passar por este vexame a não ser eu que estou começando na profissão, me ofereço como testemunha de sua penúria.

Disponho-me a dizer em juízo, mediante promessa de dizer só a verdade, que a Senhora devia estar na horta, plantando batatas, ou na cozinha de um restaurante lavando pratos, ou quem sabe coletando nas ruas do país material reciclável e ganhando cento e vinte reais por mês.

Ainda bem, Dona Rosane, que ainda existem redes de televisão que fazem qualquer negócio para faturar audiência, mesmo que seja escarnecer da sociedade, rir dela, enganá-la. Mas, a Senhora podia ter ficado quieta e ido dormir, que é o que tem feito a vida toda.

Sei que isto é agressivo, mas vocês nem imaginam quais foram as primeiras palavras que eu escrevi e que, em vista de um resquício de boa educação que meus pais me deram e em função do respeito que tenho aos meus seis leitores eu substitui por outras mais palatáveis.

Coitado do país!

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