EXPERIMENTOS COM ANIMAIS É PREGUIÇA CIENTÍFICA

 

O mundo evoluiu, já não estamos no século XVI e ainda tem gente que não ficou sabendo e continua usando métodos ultrapassados, inclusive para pesquisas científicas.

A vivissecção, ou vivissecação, que é a intervenção no corpo de animais vivos para experiências científicas, há muito foi ultrapassada por vídeos, modelos, fotos, outros estudos já publicados.

Está certo que a lei autoriza a vivissecção, mas diz que isto só será feito quando não houver alternativas.

A esmagadora maioria das experiências é desnecessária e apenas repete o que já foi feito milhares de vezes, sem acrescentar nada ao conhecimento científico.

Ninguém nega a importância que teve a vivissecção para a ciência na descoberta de muitas doenças, mas isto já era.

Existem inúmeras alternativas para as experiências científicas, mas o uso de animais ainda é mais cômodo, pouco importa que implique em sofrimento desnecessário a um ser do ambiente.

Alguém diria que, se fosse assim, não poderíamos comer carne de animais, mas, infelizmente, ainda não temos muitas alternativas para esta fonte de alimentação.

A lei permite que um homem mate outro homem em legítima defesa ou em estado de necessidade. Da mesma forma, permite que o homem mate um animal quando este se tornar nocivo, como ocorre com as pragas. Mas, positivamente não autoriza a morte ou o sofrimento de animais em experimentos quando sobram alternativas, inclusive mais baratas.

Não se enganem com esta balela que as experiências têm apenas função de descobrir remédios, pois até mesmo a indústria de cosméticos e de armas é beneficiada com elas.

Nós homens nos achamos mais importantes que todo o conjunto de bens de natureza ambiental, de forma que nos negamos a considerar a possibilidade de abdicar de uma prática ultrapassada, cruel e criminosa como a vivissecção. Afinal, são apenas animais! Qual o problema?

Regulamentar a vivissecção é uma bobagem, pois ninguém fiscaliza e os “cientistas” fazem o que querem.

Sou contra a vivissecção e a favor da vida, inclusive dos animais.

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11 Comentários

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11 Respostas para “EXPERIMENTOS COM ANIMAIS É PREGUIÇA CIENTÍFICA

  1. Selma

    Concordo com você exceto pelo fato de que existem inúmeras alternativas para não se comer carne e se ter até mais saúde do que comendo-a. Se come carne ainda pela mesma “preguiça”…preguiça de buscar aprender a fazer alimentos substitutos que satisfaçam seu paladar e saúde simultâneamente….se come carne hoje pelo sabor somente e o resto é mentira que inventam para justificar a crueldade em favor dos próprios vícios…infelizmente

    • adedeycastro

      Concordo contigo também quanto ao fato de que comemos carne por preguiça de procurar outros alimentos. Abraços e obrigado pela visita e pelo comentário.

  2. Sonia Machado Maravilha Matias

    Concordo com tudo. E digo mais: A cadeia Alimentar é perfeita e foi criada por Deus. O que eu não suporto e não tolero são sacrifícios e crueldades desnecessários com eles. Até para abatê-los existem métodos sem dor.

  3. Jaqueline de Andrade Torres

    “Alguém diria que, se fosse assim, não poderíamos comer carne de animais, mas, infelizmente, ainda não temos muitas alternativas para esta fonte de alimentação.”… FALA SÉRIO! Isso está tão acessível quanto práticas substitutivas para vivissecção!.. Não só a abstenção das carnes, como também de todos os derivados de animais (leite, ovos, mel, gelatina, etc etc)

  4. Andressa Stamm

    Concordo plenamente, o seu direito termina onde começa o do outro, seja ele humano ou não. Com tantos avanços tecnológicos e principalmente avanço na área da saúde é incrível que o meio de “teste” dos produtos ainda seja tão arcaico. A inovação só vem quando algo incomoda o homem Ou seja, se não existe um método mais eficiente é porque os testes com animais não esta deixando os pesquisadores e cientistas incomodados com isso. Acredito que a solução só vira quando a sociedade pressionar e exigir que tais mudanças ocorram. A lei da natureza é essa: A espécie mais evoluída auxilia a menos evoluída, ao menos deveria ser assim.

  5. Camila

    Texto sem fundamentação alguma, superficial, emocional apenas. Suponho que os que encontram alternativas para tudo, não tomem vacinas, remédios, nem levem seus animais de estimação ao veterinário (sim, pois um bom veterinário, me desculpem, precisa de aulas com animais… vídeo não ensina cirurgia, nem a acertar a veia de um cão hipotenso que precisa de soro….). É fácil atirar pedra quando nossa profissão não depende do uso de animais, não é mesmo?

    • Adedeycastro Advogado

      Camila, respeito tua opinião, mas tenho 58 anos de vida e 33 anos na área do direito, tendo escrito diversos livros de direito ambiental, dezenas de artigos e palestras acerca do assunto, assim como participai de um sem número de encontros acerca do assunto, tendo ouvido esta mesma minha opinião de profissionais veterinários experimentados. Você acha correto “quebrar” a coluna de um cão sadio para aprender a “curá-lo”, até que a coluna não “cole mais” e o animal morra?
      Mantendo o respeito mútuo, podemos discutir por anos a fio, e espero que me convenças que eu estou errado! Apesar de não concordares comigo, agradeço sua visita e sua manifestação! Abraços sinceros

      • Camila

        Não conheço nenhum veterinário sério que defenda a total abolição dos estudos com animais. Não tenho tantos anos de vida, nem de experiência no assunto, mas tive a felicidade de me formar e fazer mestrado numa das melhores universidades do país na área de Cirurgia Veterinária. Não vejo a menor possibilidade de tamanha qualidade de ensino ser alcançada de outra forma. Quanto ao exemplo da coluna, achei um tanto “forçado”. Mas, utilizando-o, bem… se a alternativa fosse testar uma técnica promissora em animais sadios para então poder salvar muitos outros, não é algo monstruoso. Pois o proprietário do animal doente não quer que seu animalzinho seja “cobaia”, certo? Acho que o que falta é maior rigor na fiscalização e seleção do que realmente é importante pesquisar. Sim, chovemos muito no molhado em pesquisa, infelizmente. Culpa de um sistema que quer mais e mais linhas no Lattes, ao invés de grandes descobertas. Mas grandes descobertas não podem ser feitas só por modelos inanimados. Considero a proibição estrita do uso de animais no ensino e pesquisa um retrocesso. E, a meu ver, a maioria das pessoas que defende essa proibição não se dá conta que também estão sendo prejudicadas.

  6. O modelo animal é insubstituível. Primeiro são feitos testes in vitro depois teste in vivo em 3 modelos de animais diferentes para depois serem feitos teste com grupo de pessoas que estão em situação critica e ñ tem outra alternativa de tratamento, pular a parte dos testes in vivo (com animais) iria afetar diretamente muitas vidas q já estão fragilizadas. Bueno é isso.. Abraço!

  7. José João da Silva

    Bueno, também sou terminantemente contra “quebrar a coluna de um animal” para testes, ou outras práticas de mesmoa monta, sejam quais forem… Porém, tal disseram acima, em o animal já estando com o problema nada mais natural que utilizar a oportunidade para tentar uma cura… O que não pode ser admitido é a incubação de doenças em animais para depois testar algo em prol de uma possível solução… Pego, e vou bater, no exemplo das lâmpadas fluorescentes X Incandescentes… Há toda uma campanha “ecológica” em prol das fluorescentes pela “economia de energia natural”… Porém, sabe-se que as fluorescentes causam muito mais danos ao meio ambiente que as incandescentes e ambas necessitam de uma usina geradora para funcionarem… Qual seria o interesse por detrás dessa campanha “ecológica” em relação as lâmpadas????

    Abraços Dr….

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